Como destacar-se no meio do formigueiro?

E aí você cria um blog, cria uma postagem sobre programação, divulga no Twitter e não tem uma curtida ou comentário sequer, nem de gente querendo te xingar de estúpido e ignorante por estar falando apenas bobagens.

Como destacar-se no meio do formigueiro da internet e redes sociais?

Eu sempre vejo pessoas falando a respeito de marketing em mídias sociais, sobre a necessidade de uma empresa – ou qualquer pessoa – criar um perfil em alguma das principais mídias, como Facebook/Instagram e Twitter (e hoje em dia também o TikTok) e divulgar sua marca. Mas isto vai resultar em alguma coisa?

Tornar-se espontaneamente viral é como ganhar na loteria. Ninguém sabe ao certo o por quê de alguma coisa tornar-se viral, enquanto outras não terão seguidores. Além do fato de que uma pessoa ou empresa pode ter milhares de seguidores, mas estes seguidores não consumirem nada. Por exemplo, quando eu anunciava meus livros no Facebook, minha página ganhava centenas de seguidores, mas quase ninguém lia os livros ou lia só as primeiras páginas. Inclusive meus amigos.

Eu particularmente creio que isto não está exatamente relacionado à desinteresse, mas sim ao fato de que a quantidade de informações que os usuários de internet recebem o tempo todo é monstruosa e faz com que as pessoas não se foquem em coisa nenhuma.

Volto a perguntar: e como se destacar no meio da multidão? Eu defendo o marketing de impacto. (Inventei esta expressão agora). Qual foi o primeiro marketing de impacto da história? Não sei exatamente, mas um dos mais notórios foi o Sex Pistols tocando punk rock sobre um barco, no Rio Tâmisa.

E o que o pessoal curte, na internet? Creio que fazer vídeos interessantes possa ser uma forma inteligente de marketing. Todo mundo gosta de assistir a vídeos do Youtube e tal, de preferência vídeos curtinhos. Aí um dia você vai ter a sua Caneta Azul Azul Caneta.

A toda poderosa linguagem Java

Linguagem de programação é como time de futebol. Uma vez que um estudante torna-se entusiasta de uma linguagem, começa a defendê-la com unhas e dentes, como um torcedor de um time.

Quando comecei a estudar programação, eu não sabia que linguagem deveria estudar para criar apps. Até que fiquei sabendo que deveria estudar Java e deixei um pouco de lado a Javascript e a Python. Mas é possível criar aplicativos nestas duas linguagens, como também em Visual Studio Code, da Microsoft, que não usa nenhuma das três.

Dependendo, no entanto, do tipo de aplicativo que você vai fazer, uma linguagem pode ser melhor do que a outra. Notoriamente, a Python é muito apropriada para aplicações científicas e matemática avançada.

Mas este tipo de informação sempre gera polêmicas entre os desenvolvedores.

A linguagem Java, no entanto, tem inúmeras aplicações e está sendo bastante utilizada em Internet das Coisas, Internet das Coisas Industrial e outras aplicações empresariais. Por exemplo, o módulo Java EE agora foi entregue pela Oracle à Fundação Eclipse, que mudou o nome do módulo para Jakarta.

Enfim, se você quiser ser um expert em programação, recomendo que torne-se especialista em alguma das linguagens, mas tenha grandes conhecimentos das outras.

E se eu quiser ser webdesign, devo ser especialista em Javascript, certo? Aí é que está, a linguagem Python parece estar avançando a passos largos sobre a internet. Por exemplo, a plataforma de criação de redes sociais Elgg é toda feita em Python. Existem mesmo desenvolvedores mobile que preferem criar os apps em Python.

Introduce Yourself (Example Post)

This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.

You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.

Why do this?

  • Because it gives new readers context. What are you about? Why should they read your blog?
  • Because it will help you focus your own ideas about your blog and what you’d like to do with it.

The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.

To help you get started, here are a few questions:

  • Why are you blogging publicly, rather than keeping a personal journal?
  • What topics do you think you’ll write about?
  • Who would you love to connect with via your blog?
  • If you blog successfully throughout the next year, what would you hope to have accomplished?

You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.

Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.

When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.

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